Casamento arranjado : Parte I by P. Torres

romance épico

Casamento arranjado : parte i

Século XIX

 

A maioria dos casamentos, na alta sociedade, eram arranjados, com o intuito de beneficiar ambas as famílias. Não colocando em conta as vítimas dessa imposta união.

Os escolhidos eram obrigados a sacrificar-se, abrindo mão de seus sonhos e suas vontades, para atender aos caprichos de sua linhagem.

Não levando em consideração que o elemento principal para essa construção íntima ficaria de fora.

Por não ter importância ou não ser aceita por muitos que nunca a conheceram.

Genre: FICTION / Romance / Historical

Secondary Genre: FICTION / Romance / Regency

Language: Portuguese

Keywords: romance épico, romance historical, romance de regencia, romance

Word Count: 13.069

Sample text:

Capítulo I

Um quadro estava obtendo formas, com contornos esplêndidos, vindo de mãos leves e delicadas.

A pintura apresentava cores leves, relatando o estado de espírito da sua criadora. Uma jovem de cabelos negros e encaracolados, olhos castanhos escuros, e em seu rosto delicado, havia uma cicatriz no lado esquerdo. A mesma só podia ser vista mediante aos olhares críticos.

A governanta, uma senhora robusta, entrou na sala, caminhando em direção a jovem que estava concentrada na sua obra prima.

-Senhorita Ebellaine, o seu pai solicita a sua presença em seu gabinete. -Disse a governanta, de pé ao lado da porta.

A moça desviou o seu olhar para um lado e encarou a imagem da mulher em seu uniforme cotidiano.

-Nesse exato momento?

-Sim. - Replicou à senhora, com uma voz paciente.

-Notaras um semblante rude em meu pai? -Perguntou a jovem preocupada, achando que o seu benfeitor poderia estar zangado com ela.

 -Ele está calmo.

-Espero que não seja nada demais. -Deduziu a moça, abandonando a pintura contra a própria vontade. Tudo que ela desejava era terminar aquele quadro e inseri-lo em sua coleção de obras amadoras.

A governanta olhou o quadro por terminar e analisou-o sem entender de arte.

-Está ficando maravilhoso! Onde aprendeste a pintar desse jeito? - Perguntou a ela, enquanto admirava a pintura criada pela filha de seu patrão.

-Eu não aprendi, esse dom nasceu comigo, Alfina.

Sentou-se na cama e ficou pensando na vida, esquecera-se do compromisso com o seu pai.


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