Tufas, Princesa Crioula: a caixa das desculpas by Dai Varela

“Tufas, Princesa Crioula” conduz o leitor a mundos imaginários causando prazer aos sentidos

Tufas, princesa crioula: a caixa das desculpas

“Tufas, Princesa Crioula - a caixa das desculpas” mostra que pode haver boas segundas partes de estórias e que estas podem ultrapassar a produção que as precedeu. Nesta nova estória vemos a Tufas acompanhada de personagens já conhecidas do primeiro livro “Tufas, Princesa - aprendendo as palavras mágicas” e aparecem outras personagens interessantes que dão maior intensidade à estória, assim como situações inusitadas matizadas pelo bom humor. Apesar da má conduta inicial da Tufas, talvez jovem demais para ser uma princesa, no final o bem prevalece. E, nesse renascimento espiritual da Tufas, a verdadeira amizade desempenha um papel fundamental.

Pois que há narrativas que se inscrevem na intemporalidade; não passam do tempo, não passam de moda e não tem uma marca que diga que são somente de agora. São as narrativas que entram no território do “era uma vez” ou do “estória, estória fortuna do céu… amém” e de estórias que nos enternecem e que nos marcam também. O imaginário infantil, o nosso imaginário também, sobrevoa sonhos e aspirações que muitas vezes se revelam em aventuras. Já quiseram ser aventureiros e partir à descoberta do Mundo?

Genre: JUVENILE FICTION / General

Secondary Genre: JUVENILE FICTION / Action & Adventure / General

Language: Portuguese

Keywords: Dai Varela, Tufas, Princesa Crioula, Cabo Verde

Word Count: 3375

Sample text:

Era uma vez uma linda Princesa Crioula que vivia muito, muito longe, perto do mar, num lugar chamado Terra-de-Vento-e-Terra. Tufas, assim se chamava a menina-princesa que lá governava e tomava conta do seu Palácio, cuidava da alimentação e zelava pela segurança. Era uma princesa pequenina, sim, mas já achava que tinha muitas responsabilidades na sua ilha.

- É tanta coisa para fazer – reclamou ela procurando com o olhar a aprovação do seu amiguinho verde, o macaco Sancho; mas este se manteve em silêncio.

- Às vezes acho que nem dá tempo para experimentar os meus novos penteados – continuou Tufas agora com as mãos dentro dos bolsos da sua bata azul. – Assim fico sem saber quais combinam com os meus colares de conchas brilhantes. Imagina tu, então, onde vou eu arranjar tempo para as minhas deliciosas cambalhotas?

E, por causa dessas responsabilidades, todas as semanas, Tufas tinha de receber os seus Secretários para aquelas conversas sérias sobre como melhor gerir o seu lugar. Ainda bem que podia contar com a ajuda dos seus leais assistentes. Primeiro, do Sr. Palito que mantinha os assuntos organizados e controlava tudo com sua voz fina e com um grande sorriso. Depois, a ajuda do Dr. Contradict que era uma pessoa sempre bem arrumada e que agradava Tufas com os seus conselhos.

- Ser Princesa não é tarefa fácil… - suspirou Tufas ao ver entrar mais uma Secretária para discutir as questões da ilha. Esperançosa, Tufas vira-se para o Dr. Contradict, seu assistente:

- Quando chegará o final de semana?


Book translation status:

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Already translated. Translated by Isabelle Alcaraz
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Already translated. Translated by Vicente Ricalo

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