CIDADÃO by JOHN CARTER

Livro sobre a desconstrução de um cidadão de bem que acaba por se corromper devido o alto índice de violência na cidade.

Cidadão

“Assassinatos em série tem ocorrido nos últimos meses na cidade. As pessoas parecem ser escolhidas com um perfil bastante peculiar: suspeitas de que tenham ocorrido prisões revogadas por audiências de custódia ou mesmo por um juiz de direito com suspeitas de ser corrompidas ”.

Enquanto isso, em algum lugar da cidade:

- O que você quer comigo? Por que me sequestrou? É membro de alguma banda? Se for, saiba que meus amigos não deixam isso barato ... Espere, eu conheço você, não deve agir assim. Não é o que vocês fazem. Você não tem esse direito ...

- Com base em minha análise jurídica, você não tem condições de viver em sociedade. Como letras do direito criminal, elas deram uma solução, mas é necessário ir além quando ele é julgado ou bem comum. Não creio que um ser que tira a vida de várias pessoas deva ter o direito a ela preservada. É uma troca e você faz quando escolhe tirar a vida daqueles inocentes.

- Mas ... A sua obrigação é seguir a lei ... Não pode me matar! Você não é um criminoso ...

- Eu declaro a morte. Não tem o direito de ficar calado. Pelo contrário, você deve gritar ou mesmo berrar, por que isso vai fazer ...

Genre: FICTION / Crime

Secondary Genre: FICTION / Urban Life

Language: Portuguese

Keywords: Crime; Violência; Policial; Suspense; Ação

Word Count: 3094

Sales info:

Tenho três livros publicados no brasil e já vendi em dez livros por mês cada um dos lançamentos.


Sample text:

Chegando perto da cela, o juiz viu uma aglomeração de carcereiros olhando para dentro da mesma, mas com uma nota ainda trancada. Pareciam estar com medo ou receber o que estava lá dentro.

- Que absurdo é este? Por que ainda não levei o suspeito Erick Natan ao tribunal? Ele deveria estar sendo julgado neste exato momento!

- Excelência, não vamos entrar nessa cela. Olhe o senhor mesmo. Ele parece estar possuído por algum espírito do mal.

Quando o juiz pensou em dizer algo, ouviu uma voz parecida com ecoar do inferno saindo por entre os lábios ensanguentados do homem que estava sentado ao lado da montanha de restos humanos.

- O senhor é quem vai me julgar? Saiba que outros já tentaram. Só quero desejar melhor sorte que os demais. Diga para seus homens não temerem. Estou sentido o odor de urina e merda nas calças daqui.

- O que fez com o prisioneiro Erick Natan? Questionou o juiz ao homem encarcerado.

- Vossa excelência me ofende. Os vários trabalhos que fiz não me credenciaram a ser reconhecido pelo juiz mais gabaritado deste estado?

- Não pode ser... o que você fez dessa vez? Seu lunático pervertido!

- Talvez se eu retirar a vestimenta tão agradável a mim, vocês possam clarear suas memórias. Eu precisava de um novo traje para ser apresentado ao juiz John Carlsson.

Nessa hora o homem se levantou e retirou o manto de pele morta que cobria todo o seu corpo. Era o Carniceiro. Ele havia tirado a vida do pobre motorista embriagado com as próprias mãos. Utilizou suas habilidades tão conhecidas de desossar suas vítimas e fez com a pele do miserável, uma segunda camada para se vestir.


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